domingo, 6 de março de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
' 4 Meses de Saudade!
' Tão Liiiiinda!
' Sentimos sua falta!
' Saudades deste teu sorriso contagiante!
' Esses momentos estarão pra sempre guardados em nossos corações!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
' Perdoe-me. - Por Guilherme Pimentel
Perdoe-me, se algum dia deixei uma lágrima escorrer de seus olhos por uma bobagem que cometi.
Perdoe-me, meu amor, se algum dia eu não supri as suas expectativas. Se eu falhei com você, não foi por que deixei de te amar. E sim por que tenho muitos defeitos, e um deles é ter atitudes impensadas.
Perdoe-me, meu doce, se eu iniciei uma briga com você por ciúmes bobos, que nem deveriam existir.
Perdo-me, minha princesa, pelas vezes que lhe tratei mal. Não fique com raiva de mim, saibas que em nenhum momento cheguei a odiar você. Quando senti raiva, fiquei em silêncio por alguns minutos pensando se eu estava realmente certo em ter este sentimento medíocre dentro de mim, e sempre percebia que não estava.
Que meus olhos nunca percam o brilho ao te ver. Que a nossa estrada seja longa, que não seja forçada, que todos os momentos sejam espontâneos e duradouros.
Talvez nós possamos viver o hoje sem pensar no amanhã, possamos pensar no futuro sem lembrar no passado, possamos tentar reviver o passado, mas de uma coisa tenho certeza. Não! O nosso amor não é aquele passageiro de qualquer adolescente, são meses e meses de muita atenção e carinho, que , com certeza não são em vão.
"E até lá, vamos viver. Temos muito ainda por fazer, não olhe pra trás... Apenas começamos. O mundo começa agora. Apenas começamos." (Renato Russo)
' Ei. . . - Por Reuel Jonathan
Tenho algo a te contar. Sei que não será muito importante para você, já te falei isso milhões e milhões de vezes, já está mais clichê do que "A lagoa azul" na sessão da tarde, mas mesmo assim me alegro em te contar. Essa noite sonhei com ela de novo. Não lembro se foi o mesmo sonho de ontem, ou da semana passada, do mês passado, só sei se que ela estava lá. Linda como sempre, apenas de camiseta e sandália rasteira, andando na praia, com os cabelos ao vento. Apenas conversando, como bons amigos. Sim, sei que é estranho eu me alegrar com um sonho tão simples, um sonho tão normal, conversando como bons amigos, mas só me alegro por uma coisa: Ela estava lá comigo. E graças a ela acordei muitos dias de bom humor, mesmo que estes não chegassem até o escuro da noite com a mesma alegria, que dava lugar a esperança, a esperança de sonhar com ela outra vez.
Eu sei que já te falei isso muitas vezes, só peço que tenha paciência, também não quero ficar escrevendo isso por toda a minha vida. Já ela... não sei se ela vai ler isso um dia, e mesmo que leia não sei se vai saber que foi escrito pra ela, mas você, eu sei que posso te falar isso tudo, por que você aceita toda e qualquer coisa, até porque você é mais um dos meus pensamentos de amor.A tigela de madeira - Por Cláudio Seto
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho dequatro anos de idade.As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passosvacilantes.A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visãofalha do avô o atrapalhavam na hora de comer.Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão.Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.O filho e a nora irritaram-se com a bagunça.- Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai - disseo filho.- Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gentecomendo com a boca aberta e comida pelo chão.Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho dacozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família faziaas refeições à mesa, com satisfação.Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agoraera servida numa tigela de madeira.Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezesele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras quelhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher oucomida cair ao chão.O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequenoestava no chão, manuseando pedaços de madeira.Ele perguntou delicadamente à criança:- O que você está fazendo?O menino respondeu docemente:- Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem,quando eu crescer.O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que elesficaram mudos.Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisavaser feito.Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmenteconduziu-o à mesa da família.Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas asrefeições com a família.E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam maisquando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
domingo, 30 de janeiro de 2011
' Existe algo que diz! - Por Celso Henrique
Há uma voz dentro de mim que diz que devo continuar, que devo seguir em frente mesmo sabendo que encontrarei muitos obstáculos nessa caminhada.
Existe algo que diz que não devo me abater quando as vitórias não vierem e sim lutar para consegui-las.
Algo me diz que não devo desanimar devido a um dia ruim, pois amanhã é um novo dia e o sol brilhará novamente.
Algo me diz que, o simples fato de estar vivo já é uma dádiva e que se é necessário caminhar.
A mesma voz me diz que devo correr atrás das coisas que quero, apesar de todas as dificuldades a única maneira de tê-las é persistindo.
"Existe algo que diz, que a vida continua e se entregar é uma bobagem" (Renato Russo)
' Amor de infância. - Por Mayara Domingos e Reuel Jonathan
É tão triste ver algo se acabar
E saber que nada vai adiantar
Eu queria que por um minuto as coisas fossem do meu jeito
Queria que os sonhos, que tudo fosse perfeito
É tão triste ver um sonho terminar
E saber que nada vai adiantar
Eu só queria que você olhasse para mim
E me incentivasse, mas as coisas não são tão perfeitas assim.
Mas não foi assim que aconteceu
E do nada você desapareceu
Já não dá pra ouvir tua voz mansa
Nada mais aqui tem importância
Foi um amor de infância
E você costumava me chamar de meu bem,
Se não era tudo uma farsa, me diga,
Meu bem? Seu bem? Bem de quem?
Porque eu sonhava com essa paixão
E hoje eu não sei com o que sonhar
Só queria que por um minuto as coisas fossem do meu jeito
Queria que os sonhos, que tudo fosse perfeito
sábado, 29 de janeiro de 2011
' A Paixão da dança!
Agarrou-a. Prendeu-a entre os braços, puxou o corpo feminino contra si. Olhou-a profundamente e disse-lhe com o silêncio do olhar, a paixão que lhe corroía as entranhas. Ela sentiu o gume aguçado do calor da boca que quase roçava a sua. Diluiu os seus dedos nos dedos masculinos. Entrelaçou a sua perna na que a conduziria.
Forte. Poderoso. O som que entoava dentro e fora dos corpos. Sensualidade e ritmo. Calor crescente. Voluptuoso.
Ele comandou o circular no soalho envernizado. Ela deixou-se levar. Com a segurança de que quem comandava aquela paixão era ela. Com a sua sedução. O corpo vermelho de formas delineadas pelo olhar masculino.
O porte. A garra. A paixão. Os gemidos de um acordeão argentino. E o rodopiar de pernas entrelaçadas que se acolhem no erotismo de cada passo.
Desejo. Olhar que transpira e respira sentidos alucinados.
Corpos envolvidos na dança sensual. O soalho reflecte a excitação em cada instante. E ri-se daquele bailado que culminará na rendição. Dele. Dela. De ambos?
Acorde final. Troca de olhares.
Ele olha-a, dominador. Ela seria dele.
Ela baixa o olhar. [In]Submissão. Sabia que ele seria dela.
Dois vencedores na dança do desejo.
Forte. Poderoso. O som que entoava dentro e fora dos corpos. Sensualidade e ritmo. Calor crescente. Voluptuoso.
Ele comandou o circular no soalho envernizado. Ela deixou-se levar. Com a segurança de que quem comandava aquela paixão era ela. Com a sua sedução. O corpo vermelho de formas delineadas pelo olhar masculino.
O porte. A garra. A paixão. Os gemidos de um acordeão argentino. E o rodopiar de pernas entrelaçadas que se acolhem no erotismo de cada passo.
Desejo. Olhar que transpira e respira sentidos alucinados.
Corpos envolvidos na dança sensual. O soalho reflecte a excitação em cada instante. E ri-se daquele bailado que culminará na rendição. Dele. Dela. De ambos?
Acorde final. Troca de olhares.
Ele olha-a, dominador. Ela seria dele.
Ela baixa o olhar. [In]Submissão. Sabia que ele seria dela.
Dois vencedores na dança do desejo.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
- Satisfação. . .!
Abro os olhos
Abro um sorriso
Abro a boca
Abro as mãos
Abro os braços
Peito aberto
(...)
Pés relaxados
Pernas relaxadas
Nervo rígido
Me abocanha!
Satisfaça-se
Em mim
Satisfaço-me
Em ti
' Sonho erótico em 7 linhas! - Por Bob Motta
Você me deu tantos beijos,
Num sonho, de madrugada,
Que acordei passando a mão,
Em sua calcinha encharcada.
E afastando-a pra um lado,
Eu beijei, despudorado
Sua fruta mais cobiçada
' Uma mulher. . .Um poema! - Por Moguel Jacó
De você eu num arredo pé,
Me comoves com teu cheiro de mulher,
Vou colar meu corpo ao teu,
E nossos sexos logo vão encaixar,
E não demora haveremos de gozar.
Teus desejos subiram minha libido,
O meu falo ficou rígido e volumoso,
Abundante ele despeja o seu liquido,
E o teu corpo o recebe bem guloso.
Como se fosse um manjar vitorioso.
Sinto-me dentro do teu ser,
Que está pulsante no prazer.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
' A Morte Devagar - Por Martha Medeiros
Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
' A Grandeza do Mar - Por Paulo Roberto Gaefke
Você sabe por que o mar é tão grande?
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.
Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade
o ganho e a perda, o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte.
o ganho e a perda, o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte.
A Escola dos Bichos - Por Rosana Rizzuti
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de
vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito, incluíram tudo, mas...
cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar.
Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa,
Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"...
coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não
aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa,
Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"...
coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não
aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O Pássaro voava como nenhum outro, mas o
obrigaram a cavar buracos como uma topeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
obrigaram a cavar buracos como uma topeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.
Não podemos exigir ou forçar para que as
outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
‘ Mais uma etapa concluída, mais um ano que passou e espero que tenha conseguido aproveitar tudo de bom que Deus lhe ofereceu.
Meu desejo é agora em 2011 você possa sempre encontrar o seu caminho e que este caminho seja trilhado com muita fé, para que cada vez mais você possa acreditar nesse sentimento capaz de transpor obstáculos e Ser Feliiz.
Que você tenha coragem para assumir e enfrentar as dificuldades, perseverança para que jamais desista ou desanime dos seus sonhos, esperança para que a cada novo dia possa ver novos horizontes.
Que as mão de Deus guie sua vida para que essa trasborde em Paz, Harmonia, Saúde e Alegria.
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